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03-04-08
A bunda de Mosley e o fascismo eterno

Você olha bem, até gosta do esporte, mas não escapa da conclusão. A Fórmula 1 é protofascista - em outros termos: se der um empurrãozinho, aquilo ali vira uma Marcha das Valquírias, com um ariano na dianteira. Às razões:
1- Perfeição mecânica, culto à velocidade, amor ao perigo: é um sonho futurista de Marinetti, Nous voulons chanter l'amour du danger, l'habitude de l'énergie et de la témérité;
2- Max Mosley, inglês presidente da FIA, é filho de um compadre de Benito e Adolf, e, jus à família, curte ser espancado en el culo por blonde nazi bitches;
3- Jean-Marie Balestre, francês antecessor dele, lutou na SS, e não foi obrigado;
4- A F1 só resolveu tirar a África do Sul do Apartheid do circuito a partir de 1986, e apenas na base da pressão;
5- Pilotos de Itália (Benito), Alemanha (Adolf), Áustria (Anschluss), França (Vichy), África do Sul (Botha), Finlândia (Stalin estava certo) e Espanha (Real Madrid) estão no rol de campeões. Gajos de Argentina (Perón) e Brasil (Gegê Vargas) lá figuram também, na condição de cidadãos de países suspeitos. De resto, gente de EUA, Reino Unido, Canadá e Austrália;
6- Jörg Haider, Jörg Haider, Jörg Haider;
7- O xingado Hamilton é um Jesse Owens do volante, o negão que comprova a tese.
Tem algo de brincadeira. Algo.
lançado por david às 00:39
Comentários
Isso para nem falar do ufanismo Brasil grande de Fittipaldi e seu bólido movido a açúcar e ditadura. Ou do bom moço Ayrton, que numa curva viu a luz, noutra encontrou as trevas.
João saldanha estava certo, aquilo não é esporte. " Nunca será!"
lançado por: pimentel às 12:20 , 04-04-08
