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26-11-07

Educação pelo jogo e depois

Outro dia, um jornalista das antigas declarou em público ser parte da última ou, com boa vontade, penúltima geração de gente alfabetizada. Nosso orgulho de gente mais nova pode estrilar, mas o homem estava certo. A língua deles (seu mundo, seus sentidos, suas aspirações e becos-sem-saída) é etrusco para nós - algo que respeitamos e, ao mesmo tempo, não pescamos patavina.

Não foi a queda daquelas estátuas de Lenin, nem o esgarço da contracultura que abriu esse abismo entre nós. Foi o Mario.

lançado por david às 00:37, arquivado em Jornalísticas

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