Há tempos corria por aí sem título, na vadiagem do anonimato, uma ideia. Essa ideia rezava: sofrimento tem fronteira; se passou da fronteira, sofrimento não é mais.
Até a irmã do Júnior tentar colocar na proporção dela o colapso do colapso no Haiti. Pronto: sandyismo.
Se depender do sandyismo, o humano acaba no aeroporto. E isso porque o sandyismo não perdoa. O sandyismo é a vamopulavamopulavamopulavamopularização do que importa.
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Aliás, vai aí uma menção de honra para quem tem a cara dura de dizer que o problema do Haiti é excesso de Estado.


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Cecalanto provoca maremoto.
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